Casa em condomínio para venda em Caldas Novas
Cidade das Flores - Cidade das Flores - Caldas Novas/GOCasa em condomínio para venda em Caldas Novas
Cidade das Flores - Cidade das Flores - Caldas Novas/GO


venda
R$846.070,63Área Construída
155,49 m²Situação
NovoCômodos
Características do Imóvel
Características do Condomínio
Proximidades
Descrição do imóvel
Casa com 3 suítes, área de serviço, sala de estar, sala de jantar, toda no porcelanato com acabamento impecável, localizada em uns dos melhores condomínio de Caldas Novas, com segurança 24 h, portaria, quadra de tênis, quadra de vôlei, espaço pet, espaço para coworking, bike point com calibrador de pneu e carregador elétrico para carros.
As informações estão sujeitas a alterações. Consulte o corretor responsável.
Sobre o condomínio
Condomínio Cidade das Flores, um dos melhores da cidade, a poucos minutos do centro da cidade, oferece portaria 24 horas, tem diversas opções de lazer, pista de caminhada, lago, horta comunitária, quadras esportivas, ponto de recarga de veículos elétricos, ponto de calibragem de pneus.
Localização
Cidade das Flores - Caldas Novas/GOConheça a cidade Caldas Novas
Caldas Novas é um município brasileiro no estado de Goiás, Região Centro-Oeste do país. Localiza-se no sudeste goiano e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 95 183 habitantes.[1]
O município é conhecido por ser a maior estância hidrotermal do mundo, possuindo águas que brotam do chão em temperaturas que variam de 43 °C a 70 °C. A principal fonte de renda do município é o turismo. Na alta temporada, a cidade chega a comportar mais de 500 mil turistas. A estrutura da cidade conta com hotéis, pousadas, chalés, clubes, boates e bares. Uma outra grande atração de Caldas Novas é o ecoturismo, vez que a cidade encontra-se às margens do lago da represa de Corumbá e ao lado da Serra de Caldas.
Todos os anos, mais de 3 milhões de turistas visitam Caldas Novas, considerada a maior estância hidrotermal do mundo. Possui centenas de piscinas com águas termais em seus hotéis e clubes, que atraem turistas de todo o país, principalmente das regiões Sudeste e Centro Oeste.[7]
A região de Caldas Novas originalmente era habitada pelos indígenas caiapós e xavantes, dizimados pela escravidão e doenças dos colonos.
Em 1722, o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o filho, enquanto procurava por ouro na Serra de Caldas, descobre fontes de águas termais em sua vertente ocidental, ali fundando um assentamento nomeado “Caldas Velhas”, situado no local em que atualmente está a Pousada do Rio Quente. Há quem diga que estas fontes foram descobertas antes, visto que já constam em um mapa espanhol do século XVI.
Pintura de Félix Émile Taunay que retrata a descoberta das águas termais da Lagoa de Pirapitinga por Martinho Coelho de Siqueira.
Como o foco da Coroa Portuguesa neste momento na região de Goiás era a descoberta de pedras preciosas e o ouro da região de Caldas Velhas era escasso e de pouco interesse dos exploradores, as águas quentes da região permanecem esquecidas por décadas, sendo redescobertas em fevereiro de 1777 pelo bandeirante paulista Martinho Coelho de Siqueira em uma de suas caças, quando seus cães gritaram ao entrar na Lagoa de Pirapitinga. No dia 16 daquele mês, descobre fontes termais no Córrego das Lavras (atual Córrego Caldas), pouco tempo depois erigindo sua casa em suas margens, sendo esta atualmente um edifício histórico preservado situado dentro do Sesc Caldas Novas. Mais tarde, também descobre ouro em grande quantidade na região do pequeno curso d’água, fazendo com que Martinho requeresse uma sesmaria ali.
A descoberta de águas termais e ouro traz para a área grande número de pessoas, que constroem suas casas ao longo do córrego. Forma-se, assim, a primeira povoação. No entanto, com a chegada às margens do córrego de um número cada vez maior de portadores de doenças contagiosas, os moradores do povoado afastam-se da estância.
Ao longo do século XIX, um grande número de migrantes vindos dos estados de Minas Gerais e São Paulo chega à região de Caldas Novas, como o mineiro Coronel Luiz Gonzaga de Menezes, importante personagem da história municipal.
Em 1816, Martinho falece e herda as suas propriedades seu filho Antônio Coelho de Siqueira, que recebeu em 1818 o governador da Capitania de Goiás Fernando Delgado de Castilho, o qual se cura de suas moléstias nas águas termais, e o naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que estuda as propriedades das fontes. Falecendo Antônio em 1848, sua viúva, Dona Eufrásia Maria de Arruda, vende a propriedade para Domingos José Ribeiro.
Luiz Gonzaga de Menezes, proprietário da Fazenda Quilombo, situada a 15 km das fontes termais, combina com Domingos a transferência do povoado para um novo local. Assim, em 1850, é construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro, em patrimônio doado por meio de escritura em 27 de janeiro daquele ano. Ao redor deste templo, moradores do Quilombo e do arraial ao redor do Córrego das Lavras se fixam, originando o povoado de Caldas Novas.
Em 1853, foi criada, dentro da Vila de Santa Cruz, a Freguesia de Caldas Novas, cujo primeiro vigário foi o Cônego José Olinto da Silva. Nestes tempos, a economia da região se firmava como agricultora autossuficiente.
Em 1880, a Freguesia de Caldas Novas foi transferida à Vila Bela de Morrinhos, cuja sede estava mais próxima. Esta decisão teve influência do Capitão Cândido Gonzaga de Menezes, filho do Coronel Luiz. Oito anos depois, a padroeira da freguesia foi alterada de Nossa Senhora do Desterro para Nossa Senhora das Dores.
Em 1908, inicia-se o movimento político pela emancipação caldas-novense, liderado por Bento de Godoy, Orcalino Santos, Victor Ozeda Alla e João Batista da Cunha. Em 5 de julho de 1911, o então Presidente do Estado de Goiás, Urbano de Gouveia, sanciona a Lei Estadual n° 393, que desmembra de Morrinhos o distrito de Caldas Novas, elevado à categoria de vila, sendo instalada em 21 de outubro do mesmo ano, com a posse do primeiro intendente (prefeito), Bento de Godoy.
Nos primeiros tempos após a emancipação, Caldas Novas foi marcada pelo progresso paulatino. Em 1918, o médico Orozimbo Corrêa Neto, após estudos sobre as fontes termais locais, publica o livro “Águas Termais de Caldas Novas”, que faz a cidade ficar conhecida nos grandes centros urbanos brasileiros. Milhares de pessoas foram atraídas para o local, a fim de tratamento de saúde nas suas águas, principalmente nas do Balneário Municipal. Em 21 de junho de 1923, a vila foi elevada à condição de cidade.
O início da década de 1970 foi marcado pelo número de empresários que investiram na região criando hotéis e clubes, incentivados pelo sucesso da Pousada do Rio Quente, dentro da qual está o Hot Park, inaugurado em 1962. Houve um grande incentivo ao crescimento econômico e populacional local. O município era, até então, pouco urbanizado e com pouca infraestrutura turística. Nos anos 1990, após a emancipação de Rio Quente (1988), Caldas Novas teve crescimento vertical e um boom imobiliário.[8][9][10]
Geografia
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[11] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Itumbiara e Imediata de Caldas Novas-Morrinhos.[12] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião do Meia Ponte, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Sul Goiano.[13]
Clima
Segundo dados da Instituição Particular de Goiás (IPGO), a temperatura mínima registrada em Caldas Novas foi de 5,7 °C no dia 24 de julho de 2013, enquanto que a máxima foi de 42,4 °C em 15 de outubro de 2014. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 105 mm em 12 de dezembro de 2006.[14]
Política
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, em junho de 2011 registram-se em Caldas Novas 48.242 eleitores ou 1,19% do eleitorado de Goiás.[15]
Esporte
Futebol
A cidade conta com duas equipes profissionais, o Caldas Esporte Clube, fundado em 1982, campeão goiano da divisão intermediária (1992), vice-campeão goiano da segunda divisão (1997) e campeão goiano juvenil (2011), o o Caldas Novas Atlético Clube, também fundado em 1982 e profissionalizado em 2007, campeão goiano da segunda divisão (2014).
Transportes
O Aeroporto Nelson Ribeiro Guimarães, inaugurado em 2002, é o segundo maior terminal de passageiros e carga do estado de Goiás, com uma área coberta de 2980 metros quadrados, atrás apenas do Aeroporto Internacional Santa Genoveva .
Caldas Novas possui voos comerciais regulares das empresas Azul e Gol, com conexões em Goiânia, Campinas e São Paulo.[17] A cidade ainda possui uma ampla rodoviária integrada a um centro de convenções, com destinos a várias cidades de Goiás e do Brasil.
Principais distâncias
- Goiânia: 165 km
- Uberlândia: 179 km
- Brasília: 300 km
- Belo Horizonte: 700 km
- São Paulo: 763 km
Rodovias
A rodovia GO-213, que liga Caldas Novas a Morrinhos (BR-153) é a via de acesso utilizada pelos viajantes oriundos de Goiânia, Brasília e pelos que optam vir pela rodovia transbrasiliana (BR-153) por Morrinhos.
As obras de duplicação da rodovia seguem normalmente e a previsão de término é até o segundo semestre de 2015. Orçada em R$ 145,1 milhões,[18] esta obra garantirá melhor acesso para Caldas Novas, além de intensificar a economia turística do Estado.
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Ficha do imóvel

Conheça a cidade Caldas Novas
Caldas Novas é um município brasileiro no estado de Goiás, Região Centro-Oeste do país. Localiza-se no sudeste goiano e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 95 183 habitantes.[1]
O município é conhecido por ser a maior estância hidrotermal do mundo, possuindo águas que brotam do chão em temperaturas que variam de 43 °C a 70 °C. A principal fonte de renda do município é o turismo. Na alta temporada, a cidade chega a comportar mais de 500 mil turistas. A estrutura da cidade conta com hotéis, pousadas, chalés, clubes, boates e bares. Uma outra grande atração de Caldas Novas é o ecoturismo, vez que a cidade encontra-se às margens do lago da represa de Corumbá e ao lado da Serra de Caldas.
Todos os anos, mais de 3 milhões de turistas visitam Caldas Novas, considerada a maior estância hidrotermal do mundo. Possui centenas de piscinas com águas termais em seus hotéis e clubes, que atraem turistas de todo o país, principalmente das regiões Sudeste e Centro Oeste.[7]
A região de Caldas Novas originalmente era habitada pelos indígenas caiapós e xavantes, dizimados pela escravidão e doenças dos colonos.
Em 1722, o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o filho, enquanto procurava por ouro na Serra de Caldas, descobre fontes de águas termais em sua vertente ocidental, ali fundando um assentamento nomeado “Caldas Velhas”, situado no local em que atualmente está a Pousada do Rio Quente. Há quem diga que estas fontes foram descobertas antes, visto que já constam em um mapa espanhol do século XVI.
Pintura de Félix Émile Taunay que retrata a descoberta das águas termais da Lagoa de Pirapitinga por Martinho Coelho de Siqueira.
Como o foco da Coroa Portuguesa neste momento na região de Goiás era a descoberta de pedras preciosas e o ouro da região de Caldas Velhas era escasso e de pouco interesse dos exploradores, as águas quentes da região permanecem esquecidas por décadas, sendo redescobertas em fevereiro de 1777 pelo bandeirante paulista Martinho Coelho de Siqueira em uma de suas caças, quando seus cães gritaram ao entrar na Lagoa de Pirapitinga. No dia 16 daquele mês, descobre fontes termais no Córrego das Lavras (atual Córrego Caldas), pouco tempo depois erigindo sua casa em suas margens, sendo esta atualmente um edifício histórico preservado situado dentro do Sesc Caldas Novas. Mais tarde, também descobre ouro em grande quantidade na região do pequeno curso d’água, fazendo com que Martinho requeresse uma sesmaria ali.
A descoberta de águas termais e ouro traz para a área grande número de pessoas, que constroem suas casas ao longo do córrego. Forma-se, assim, a primeira povoação. No entanto, com a chegada às margens do córrego de um número cada vez maior de portadores de doenças contagiosas, os moradores do povoado afastam-se da estância.
Ao longo do século XIX, um grande número de migrantes vindos dos estados de Minas Gerais e São Paulo chega à região de Caldas Novas, como o mineiro Coronel Luiz Gonzaga de Menezes, importante personagem da história municipal.
Em 1816, Martinho falece e herda as suas propriedades seu filho Antônio Coelho de Siqueira, que recebeu em 1818 o governador da Capitania de Goiás Fernando Delgado de Castilho, o qual se cura de suas moléstias nas águas termais, e o naturalista francês Auguste de Saint-Hilaire, que estuda as propriedades das fontes. Falecendo Antônio em 1848, sua viúva, Dona Eufrásia Maria de Arruda, vende a propriedade para Domingos José Ribeiro.
Luiz Gonzaga de Menezes, proprietário da Fazenda Quilombo, situada a 15 km das fontes termais, combina com Domingos a transferência do povoado para um novo local. Assim, em 1850, é construída a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro, em patrimônio doado por meio de escritura em 27 de janeiro daquele ano. Ao redor deste templo, moradores do Quilombo e do arraial ao redor do Córrego das Lavras se fixam, originando o povoado de Caldas Novas.
Em 1853, foi criada, dentro da Vila de Santa Cruz, a Freguesia de Caldas Novas, cujo primeiro vigário foi o Cônego José Olinto da Silva. Nestes tempos, a economia da região se firmava como agricultora autossuficiente.
Em 1880, a Freguesia de Caldas Novas foi transferida à Vila Bela de Morrinhos, cuja sede estava mais próxima. Esta decisão teve influência do Capitão Cândido Gonzaga de Menezes, filho do Coronel Luiz. Oito anos depois, a padroeira da freguesia foi alterada de Nossa Senhora do Desterro para Nossa Senhora das Dores.
Em 1908, inicia-se o movimento político pela emancipação caldas-novense, liderado por Bento de Godoy, Orcalino Santos, Victor Ozeda Alla e João Batista da Cunha. Em 5 de julho de 1911, o então Presidente do Estado de Goiás, Urbano de Gouveia, sanciona a Lei Estadual n° 393, que desmembra de Morrinhos o distrito de Caldas Novas, elevado à categoria de vila, sendo instalada em 21 de outubro do mesmo ano, com a posse do primeiro intendente (prefeito), Bento de Godoy.
Nos primeiros tempos após a emancipação, Caldas Novas foi marcada pelo progresso paulatino. Em 1918, o médico Orozimbo Corrêa Neto, após estudos sobre as fontes termais locais, publica o livro “Águas Termais de Caldas Novas”, que faz a cidade ficar conhecida nos grandes centros urbanos brasileiros. Milhares de pessoas foram atraídas para o local, a fim de tratamento de saúde nas suas águas, principalmente nas do Balneário Municipal. Em 21 de junho de 1923, a vila foi elevada à condição de cidade.
O início da década de 1970 foi marcado pelo número de empresários que investiram na região criando hotéis e clubes, incentivados pelo sucesso da Pousada do Rio Quente, dentro da qual está o Hot Park, inaugurado em 1962. Houve um grande incentivo ao crescimento econômico e populacional local. O município era, até então, pouco urbanizado e com pouca infraestrutura turística. Nos anos 1990, após a emancipação de Rio Quente (1988), Caldas Novas teve crescimento vertical e um boom imobiliário.[8][9][10]
Geografia
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[11] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Itumbiara e Imediata de Caldas Novas-Morrinhos.[12] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião do Meia Ponte, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Sul Goiano.[13]
Clima
Segundo dados da Instituição Particular de Goiás (IPGO), a temperatura mínima registrada em Caldas Novas foi de 5,7 °C no dia 24 de julho de 2013, enquanto que a máxima foi de 42,4 °C em 15 de outubro de 2014. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 105 mm em 12 de dezembro de 2006.[14]
Política
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, em junho de 2011 registram-se em Caldas Novas 48.242 eleitores ou 1,19% do eleitorado de Goiás.[15]
Esporte
Futebol
A cidade conta com duas equipes profissionais, o Caldas Esporte Clube, fundado em 1982, campeão goiano da divisão intermediária (1992), vice-campeão goiano da segunda divisão (1997) e campeão goiano juvenil (2011), o o Caldas Novas Atlético Clube, também fundado em 1982 e profissionalizado em 2007, campeão goiano da segunda divisão (2014).
Transportes
O Aeroporto Nelson Ribeiro Guimarães, inaugurado em 2002, é o segundo maior terminal de passageiros e carga do estado de Goiás, com uma área coberta de 2980 metros quadrados, atrás apenas do Aeroporto Internacional Santa Genoveva .
Caldas Novas possui voos comerciais regulares das empresas Azul e Gol, com conexões em Goiânia, Campinas e São Paulo.[17] A cidade ainda possui uma ampla rodoviária integrada a um centro de convenções, com destinos a várias cidades de Goiás e do Brasil.
Principais distâncias
- Goiânia: 165 km
- Uberlândia: 179 km
- Brasília: 300 km
- Belo Horizonte: 700 km
- São Paulo: 763 km
Rodovias
A rodovia GO-213, que liga Caldas Novas a Morrinhos (BR-153) é a via de acesso utilizada pelos viajantes oriundos de Goiânia, Brasília e pelos que optam vir pela rodovia transbrasiliana (BR-153) por Morrinhos.
As obras de duplicação da rodovia seguem normalmente e a previsão de término é até o segundo semestre de 2015. Orçada em R$ 145,1 milhões,[18] esta obra garantirá melhor acesso para Caldas Novas, além de intensificar a economia turística do Estado.
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